MINEIRO ESQUARTEJADO NO RIO DE JANEIRO MOROU EM MURIAÉ COM FAMILIARES

Thiago Lourenço Morgado, mineiro assassinado no Rio de Janeiro por um amigo do trabalho, foi enterrado nesta sexta-feira (18), em Belo Horizonte, no Cemitério da Saudade. Os restos mortais foram liberados do IML da capital fluminense nesta quinta-feira (17).

Segundo a polícia, Thiago teve um desentendimento com Bruno Guimarães da Cunha Chagas, com quem morava e trabalhava em uma padaria. Ele foi esfaqueado e em seguida teve o corpo esquartejado, algumas partes cozidas e armazenadas em uma geladeira.

Thiago e Bruno trabalhavam em uma padaria no Rio de Janeiro. Funcionários estranharam a ausência de Thiago desde o último domingo e avisaram à família. Ele não faltava ao trabalho.

“Só queremos que a justiça seja feita, pois foi um crime muito brutal. A comunidade foi muito importante e solidária pois nos ajudou a encontrar o corpo. Sem isso, ele continuaria a viver uma vida normal. O Thiago não era envolvido com nada de errado e infelizmente cruzou com um ser maligno”, disse a irmã de Thiago, Jancilaine Morgado.

Visto pela última vez no dia 12

Uma irmã de Thiago, que também mora no Rio, relatou à polícia que teve notícias da vítima pela última vez no dia 12 de julho.

Funcionários da padaria informaram que ele fechou o estabelecimento nesta data. No dia seguinte (13), ele teria enviado uma mensagem para um colega de trabalho informando que não iria trabalhar mais.

Pela forma como o texto foi escrito, colegas desconfiaram que algo mais grave poderia ter acontecido, já que Thiago e Bruno tiveram uma discussão na padaria, no último sábado.

A irmã sabia que ele morava no Morro de São Carlos mas não sabia o endereço exato. Com ajuda de pessoas da comunidade, encontraram a casa.

Bruno atendeu, mas informou que Thiago tinha se mudado. Vizinhos entraram na casa e encontraram o corpo esquartejado dentro da geladeira. Eles imobilizaram Bruno e acionaram a polícia.

Segundo a polícia, Bruno admitiu que, na tentativa de ocultar o cadáver, cozinhou partes do corpo e bateu no liquidificador. O objetivo era dispensá-lo no vaso sanitário e dificultar a identificação do crime.

Ele foi preso em flagrante por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do caso, publicou g1 minas.

 

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