Série documental exibida no History Channel é apresentada por jornalista e diretora emsessão especial em Cataguases
A força dos temporais na Amazônia impõe desafios únicos à transmissão de energia elétrica.É esse cenário que ganha destaque na série documental “Caça Tempestades Amazônia”,produzida pelo Grupo Storm, com roteiro e direção de Iara Cardoso. A produção, que teveuma versão reduzida apresentada no Fantástico e está disponível na íntegra no HistoryChannel e no History 2, teve uma sessão especial de exibição nesta terça-feira, 16, emCataguases, onde nasceu a Energisa, patrocinadora do filme.
Também foi apresentado umspin-off, uma versão feita exclusivamente para a Energisa, como foco na atuação da empresana Amazônia, onde o grupo atua na distribuição e na transmissão de energia elétrica.Apresentada por Ernesto Paglia e pelo cientista Osmar Pinto Júnior, a série de quatroepisódios acompanha uma equipe de especialistas em uma expedição de 30 dias pelaAmazônia em busca de tempestades em tempo real.
O objetivo é investigar a ocorrência desuper-raios e compreender como as mudanças climáticas afetam comunidades locais eecossistemas da região. Para aprofundar essa vivência, o jornalista e a diretora da obraparticiparam de uma conversa com o diretor-presidente da Energisa Minas Rio, EduardoMantovani, com mediação do diretor técnico e comercial da distribuidora, Rodolfo Pinheiro.
O documentário “Caça-Tempestades – Amazônia” foi indicado na categoria MelhorDocumentário de Longa-Metragem no London International Film Festival, cuja cerimônia de
A força dos temporais na Amazônia impõe desafios únicos à transmissão de energia elétrica.É esse cenário que ganha destaque na série documental “Caça Tempestades Amazônia”,produzida pelo Grupo Storm, com roteiro e direção de Iara Cardoso.
A produção, que teveuma versão reduzida apresentada no Fantástico e está disponível na íntegra no HistoryChannel e no History 2, teve uma sessão especial de exibição nesta terça-feira, 16, emCataguases, onde nasceu a Energisa, patrocinadora do filme. Também foi apresentado umspin-off, uma versão feita exclusivamente para a Energisa, como foco na atuação da empresana Amazônia, onde o grupo atua na distribuição e na transmissão de energia elétrica.
Apresentada por Ernesto Paglia e pelo cientista Osmar Pinto Júnior, a série de quatroepisódios acompanha uma equipe de especialistas em uma expedição de 30 dias pelaAmazônia em busca de tempestades em tempo real. O objetivo é investigar a ocorrência desuper-raios e compreender como as mudanças climáticas afetam comunidades locais eecossistemas da região.
Para aprofundar essa vivência, o jornalista e a diretora da obraparticiparam de uma conversa com o diretor-presidente da Energisa Minas Rio, EduardoMantovani, com mediação do diretor técnico e comercial da distribuidora, Rodolfo Pinheiro.O documentário “Caça-Tempestades – Amazônia” foi indicado na categoria MelhorDocumentário de Longa-Metragem no London International Film Festival, cuja cerimônia de premiação está prevista para março de 2026. A produção, que se conecta aos Objetivos deDesenvolvimento Sustentável da ONU e fortalece o debate climático em um momentoestratégico, já percorre o circuito internacional de cinema:
Recebeu Menção Honrosa noAwareness Film Festival, em Los Angeles, e foi também indicada a Melhor Documentário no37º Girona Film Festival, na Espanha – um dos eventos de referência entre os festivaiseuropeus de cinema.Devido a uma combinação de fatores geográficos, climáticos e atmosféricos, a Amazônia éespecialmente propensa a tempestades de raios e ventos intensos. As mudanças climáticastendem a aumentar a frequência desses eventos, acentuando os desafios de levar energiapara a população. A série aborda esses desafios e explora a conexão entre o desmatamentoe a intensidade dos temporais.
“O patrocínio ao projeto ‘Caça Tempestades’ reflete o compromisso do Grupo Energisa como desenvolvimento e a valorização da Amazônia, que abriga a maior floresta tropical domundo, é uma região essencial para o equilíbrio climático global e onde a companhia estápresente”, afirma Mantovani. “E poder debater esse assunto com quem acompanhou de pertoessa expedição é muito enriquecedor, permite uma troca de experiências e os desafios queenfrentamos na nossa área de concessão.”As altas temperaturas e a umidade que paira sobre a copa das árvores criam condiçõesaltamente favoráveis para a formação de tempestades e raios.
E a Amazônia é o único lugarno Brasil onde os temporais ocorrem durante todo o ano, gerando cerca de 500 miltempestades e 50 milhões de descargas atmosféricas registradas anualmente, tornando afloresta uma das principais chaminés de raios do mundo.Cerca de 15 milhões de descargas atmosféricas são registradas anualmente nas áreas deconcessão da Energisa na Região Amazônica, segundo o Grupo Storm. “A rede elétrica estáinserida em meio à floresta amazônica, tornando sua operação um desafio constante. Astorres de transmissão, que se elevam acima da copa das árvores, são os pontos maissuscetíveis à incidência de raios”, destaca Mantovani, acrescentando que, em 2025, o GrupoEnergisa investiu R$ 6,2 bilhões para garantir energia segura e confiável a todos, o que incluiações para mitigar as consequências dos temporais
.Quatro grandes caçadasAo longo de toda a expedição, a equipe da série documental contou com tecnologiaavançada, como drones e estações meteorológicas, para registrar os fenômenos naturais quemoldam a Amazônia e permeiam a trajetória das pessoas, constituindo a cultura local.No primeiro episódio, “Caçada pelo ar”, a equipe chega à Amazônia com a missão de registrarum super-raio, fenômeno raro com mil vezes mais luz e energia que um raio comum.
EmManaus, o grupo registra um raio duplo, que toca o solo em dois pontos simultaneamente.Lá, a taxa de mortes por raios é cinco vezes maior que em São Paulo.Em “Caçada pelo rio”, a expedição segue pelo leito fluvial amazônico, onde ocorre a formaçãode fulguritos – estruturas de vidro criadas pela fusão da areia por raios de altíssimatemperatura, que chegam a até 30 mil °C. Esse segundo episódio explora o Arquipélago de Anavilhanas, região com a maior densidade de raios do Brasil (68 raios/km²/ano), e investigacomo rajadas intensas de vento são capazes de derrubar árvores.
Em áreas urbanas como Manaus, o terceiro episódio, “Caçada pela cidade”, analisa o impactodas descargas elétricas sobre a vida humana, revelando que uma em cada quatro mortes porraios na Amazônia ocorre dentro de residências, uma taxa alarmante e superior à de outrospaíses.
Já no último episódio, “Caçada pela floresta”, a equipe se aprofunda na floresta amazônica,onde os temporais ocorrem durante todo o ano e mostra como os fenômenos climáticosmoldam a cultura dos povos locais e como os super-raios e tempestades extremas afetam oequilíbrio climático global